Portas de Segurança de Qualidade

Sabia que as portas de madeira maciça são uma das mais resistentes a fortes impactos?

Para quem não é propriamente um especialista nesta área, torna-se difícil compreender qual é a diferença entre as portas de segurança de boa ou de má qualidade. Antes de mais, estes produtos devem conter um interior maciço. Aliás, é por esse motivo que este tipo de portas de segurança oferece uma maior resistência numa tentativa de arrombamento, com recurso a ferramentas básicas.

Para além de poderem ser de madeira maciça, há ainda a hipótese de as portas terem apenas um revestimento de metal ou fibra de vidro e um núcleo de madeira sólido. Já as de contraplacado ou ocas são facilmente derrubadas perante um forte impacto. Deve-se acrescentar que a espessura tem de rondar os cinco centímetros com núcleo sólido e moldura de metal ou madeira sólida.

Sem dúvida que as portas blindadas da marca Dierre são um dos principais destaques. Distinguindo-se por uma extrema qualidade, estes elementos são construídos com base numa tecnologia de vanguarda, que é, inclusive, homologada pelas normas europeias. De resto, as portas de segurança da Dierre incluem modelos próprios para moradias e apartamentos.

Como se já não bastasse tantas vantagens, os produtos ainda contêm um monobloco compacto e sólido e perfis verticais com a forma de ómega, unidos por um sistema eficaz de soldadura por pontos. Sendo assim, além de estas portas blindadas serem o melhor remédio contra intrusos, a Dierre protege-nos um pouco de tudo: ruídos, ares, gases, chuvas, fogos…

Como distinguir portas de segurança de qualidade?

O sucesso dos produtos da Dierre é evidente e comprova, por si só, a sua qualidade. Afinal de contas, apenas em Portugal, cerca de cinco em dez casas são equipadas com as portas de segurança da Dierre.  Mas esta estatística não é a única prova da eficiência destas ferramentas: é que as portas blindadas desta marca têm uma certificação anti-arrombamento. Embora seja importante distinguir entre as portas de segurança mais e menos resistentes, um circuito de segurança só estará completo, caso inclua outros elementos. É o caso, por exemplo, das fechaduras do tipo deadbolt, com cilindro. Por outro lado, as portas que contam com trancas inferiores e superiores são igualmente mais seguras. Porém, como um residente prevenido vale por dois, é ainda possível optar por trancas de interior, sem qualquer tipo de acesso visível no exterior, o que sem dúvida complicará a tarefa de um gatuno, mesmo que este também seja prevenido e traga ferramentas. Os pernos fixos são outros acessórios imprescindíveis para uma porta com segurança extra. Por exemplo, as portas da Dierre têm quatro pernos fixos em aço de 12mm.

Pela sua segurança, conheça as portas blindadas em Lisboa disponibilizadas pela empresa Startvita

O fenómeno do homejacking começou a surgir nos títulos das notícias de jornais como o Diário de Notícias em 2008, caracterizando a nova tendência dos assaltantes entrarem numa habitação com os seus habitantes lá dentro, colocando-os em risco acrescido. Para quem deseja precaver-se contra este fenómeno e garantir a sua segurança, conhecer a certificação das portas de segurança é essencial.

Certificação europeia de portas de segurança

A União Europeia chama a si a responsabilidade da certificação da maioria dos produtos em circulação no espaço económico comum, para se certificar que certos padrões de qualidade e segurança são observados. No caso das portas de segurança, é a norma ENV 1627-1630, publicada em Junho de 2011, que divide o nível de resistência de uma porta em seis classes. RC 1 (Resistance Class 1 – Classe de Resistência 1) - nível de protecção básica contra tentativa de roubo com recurso a violência física; RC 2 (Resistance Class 2 - Classe de Resistência 2) - capaz de resistir a tentativa de arrombamento por parte de assaltantes ocasionais com ferramentas simples (chaves de fenda e alicates); RC 3 (Resistance Class 3 - Classe de Resistência 3) - resiste a tentativas de arrombamento de assaltantes experientes com recurso a ferramentas pesadas de perfuração e impacto, incluindo pé-de-cabra; RC 4 (Resistance Class 4 - Classe de Resistência 4) - resistência a tentativas de arrombamento de assaltantes experientes com ferramentas motorizadas de perfuração (berbequim) ou serras, mas incluindo também machados e martelos pesados; RC 5 e 6 - resistência a ferramentas motorizadas de corte e perfuração pesada; No mercado, as portas de segurança nível 3 e 4 são as mais comuns e mais acessíveis ao público em geral, enquanto as portas nas classes de resistência 1 e 2 serão as mais comuns, mas não poderemos considerá-las "de segurança". A importância desta certificação reside no facto de garantir que as portas de segurança assim certificadas possuem desenho e construção que passaram testes rigorosos de resistência a tentativas simuladas de entrada forçada com níveis crescentes de sofisticação e agressividade. Estes testes são obrigatoriamente realizados em laboratórios de engenharia civil devidamente credenciados para concessão de certificações de materiais. Ao contrário da certificação anterior, que permitia ao agente do teste escolher um qualquer ponto da porta para verificar a sua resistência, os novos protocolos exigem que sejam submetidos aos testes todos os pontos de uma porta a cada 10-20cm. Enquanto os protocolos anteriores requeriam também que o ponto testado resistisse a 10 minutos de tentativas de arrombamento, actualmente cada um de múltiplos pontos de teste devem resistir a 10 minutos de agressão, o que significa que as portas de segurança devem hoje ser mais resistentes do que eram apenas há alguns anos atrás.
Idealmente, optaríamos sempre pelas portas de segurança que nos oferecessem as maiores garantias de inviolabilidade, mas por diversos motivos que não somente os financeiros, isso pode não ser de todo possível. As portas de segurança RC 5 e RC 6 destinam-se primordialmente a instituições militares, financeiras ou industriais de elevada segurança e não são práticas para edifícios de habitação pois têm um peso mínimo associado de 300Kg, podendo ultrapassar os 500Kg no caso das portas RC 6. Para encontrar as portas de segurança adequadas às suas necessidades, deve considerar o valor do recheio da sua casa, a zona em que está implantada e o historial criminal da área. Se vive num apartamento dentro de um prédio ou complexo habitacional com portas exteriores e/ou outros meios de vigia, e a área é segura com uma baixa incidência de assaltos, portas de segurança de classe 1 ou 2 poderão ser verdadeiramente suficientes para impedir assaltos à sua habitação. No entanto, se vive numa vivenda com porta externa acessível a partir da rua ou os assaltos são mais ou menos frequentes na zona, então as portas de classe 3 e 4 serão necessárias para garantir que os ladrões olham para a sua habitação e andam sempre, ou falham na sua tentativa de entrada. Finalmente, se a sua habitação possuir um recheio de valor elevado ou procurar uma porta para um negócio de elevado interesse económico, como joalharias, bancos e outros serviços financeiros, as portas de segurança de classe 5 serão a única opção justificável. Em qualquer um dos casos, lembre-se que nenhuma porta blindada é eficaz se a fechadura e os materiais das ombreiras não forem igualmente resistentes. Não se esqueça igualmente de se informar quanto às questões relativas à validade de seguros, caso encontre apólices que requeiram uma classe de resistência específica para serem activadas após um assalto.

Consulte-se junto de fornecedores experientes de portas blindadas em Lisboa para encontrar a solução de segurança ideal para as suas necessidades.

As portas de segurança Dierre são líderes mundiais na inovação e protecção doméstica contra intrusões indesejadas. As portas que mais usualmente equipam as entradas para os nossos lares nem sempre são de construção maciça e as de metal tendem a não possuir reforços internos, o que as torna propensas a serem distorcidas e arrombadas com recurso a alavancas (pé-de-cabra). Pelo contrário, as portas de segurança Dierre integram em cada modelo cerca de uma dúzia de medidas anti-intrusão que as tornam um desafio insuperável para a maioria dos ladrões de ocasião. A começar pela sua construção, as portas de segurança Dierre possuem estrutura interna maciça e reforçada com batentes e rebordos à prova de alavanca com alma de aço. Complementarmente, as guarnições e perfis de remate são anti-corte. Pernos fixos e trancas inferiores, em conjunto com resistentes fechaduras de encastrar, tornam as portas de segurança Dierre quase impossíveis de arrombar sem meios pesados. Se por algum motivo tiver de abrir a porta a desconhecidos, limitadores de abertura impedem a abertura total da porta a indivíduos com subterfúgios. A homologação europeia ENV 1627 pelo IFT de Rosenhe, Alemanha, garante a resistência destas portas a ataques com ferramentas de impacto e corte, durante cerca de 10 minutos: uma invasão domiciliária dura em média 8-12 minutos. Perante uma porta Dierre, um larápio típico reconhecerá a dificuldade em levar a bom termo as suas intenções, podendo bastar a presença destas portas numa habitação para intimidar a maioria dos ladrões o suficiente para que não tentem sequer uma entrada ilícita.
As portas de segurança Dierre compreendem a vocação de ser a face da nossa casa e do nosso empenho na segurança da nossa família e património, por isso oferecem uma gama diversificada de modelos e acabamentos que se adaptam na perfeição à restante postura decorativa do nosso lar. Cada modelo é por isso altamente configurável, tanto no tipo de acabamentos e suas cores, como nas aplicações possíveis, nomeadamente opção dos materiais e estilo decorativo de puxadores ou dobradiças. Mas se com as portas de segurança Dierre a segurança pode ser sinónimo de design, muitos donos de habitações compreendem já que ter uma porta de segurança acrescenta ainda um nível de conforto sem par nas portas normais. Assim, pela sua construção, todos os modelos de portas de segurança Dierre, em virtude da sua construção, têm qualidades de insonorização que diminuem a entrada de ruídos vindos da rua. Complementarmente, a estrutura das guarnições significa que a entrada de ar se vê limitada, diminuindo por isso a geração de correntes de ar desconfortáveis e causadoras de maiores gastos energéticos durante o inverno. De particular importância é a soleira móvel regulável. Este dispositivo colocado na parte inferior da porta é passível de ajuste em altura para eliminar o espaço livre entre a porta e o chão. Além de dificultar ou impedir mesmo a possibilidade de alavancagem para remover a porta das dobradiças, a soleira móvel limita o fluxo de ar que se daria por esse espaço aberto, ao mesmo tempo que serve de barreira à entrada no lar de muitos insectos incómodos de maior porte. Além de o manterem a salvo de intrusos, as portas de segurança Dierre significam uma habitação mais silenciosa, menos propensa a correntes de ar e, consequentemente, mais amiga do ambiente pela poupança energética que permite obter. No modelo Elettra, que pode ser equipado com fechadura electrónica inteligente, é possível controlar quem nos toca à porta sem sequer sairmos do sofá, graças à aplicação Smart Door para Android e iOS.

Se uma casa segura e confortável é o seu objectivo, informe-se sobre as opções oferecidas pelas portas de segurança Dierre, contactando a Startvita, empresa de renome no fornecimento de portas blindadas em Lisboa e arredores.

As fechaduras electrónicas são talvez a mais recente tendência nas portas de segurança de melhor qualidade, mas enquanto oferecem vantagens acrescidas na dificuldade com que podem ser violadas, um teclado visível levanta sempre preocupações de que alguém possa ver a sequência que estamos a marcar, usando-a posteriormente sem o nosso conhecimento. Foi a pensar nisto que o designer Sul Coreano Kwon Hyuk-Sang concebeu uma nova fechadura para portas de segurança, equipada com uma maçaneta de alavanca que integra um teclado em braille para secretismo e segurança acrescentados. Evitando que alguém olhe sobre o nosso ombro enquanto marcamos o nosso pin, o sistema de Kwon Hyuk-Sang esconde um teclado na parte inferior da maçaneta. Relevos braille indicam ao utilizador que tecla está a sentir nos dedos, permitindo-lhe inserir um pin, de modo semelhante ao que poderia ser feito com qualquer teclado. A diferença é que neste tipo de portas de segurança seria literalmente impossível alguém observar qual a sequência inserida, já que a nossa mão estaria sempre numa posição que encobriria cada tecla. Uma vez inserido o pin correcto, uma luz verde assinala o sucesso da operação e a maçaneta está apta a abrir a porta. Caso o código seja mal inserido, a luz de aviso passa a vermelha e a porta permanece bloqueada. Com apenas quatro teclas, o número de combinações possíveis é de 65,280, número superior ao possível com muitas chaves de menor segurança actualmente disponíveis no mercado. As portas de segurança ou blindadas equipadas com este sistema não só garantiriam um grau extra de secretismo ao código pessoal, como estariam aptas a integrar sistemas de segurança de instalações prioritárias, mas seriam potencialmente o primeiro sistema de segurança sem chave facilmente utilizável por cidadãos individuais. Os teclados tradicionais, quer os utilizados em portas, quer em terminais multibanco, têm na sua visibilidade uma falha de segurança, aconselhando os seus utilizadores a utilizarem sempre a mão livre para omitirem os números de cada código pessoal.
Apesar da solução de Kwon Hyuk-Sang ser engenhosa, outras preocupações além do código devem ser levadas em consideração para garantir a inviolabilidade das portas de segurança. O desenho da maçaneta deverá ser aperfeiçoado para não se tornar um ponto fraco do sistema, podendo ser perfurado ou extraído por um invasor com as ferramentas certas. A opção por uma porta de segurança deve ser pensada no âmbito de um sistema de segurança caseiro completo, uma vez que um simples pontapé na porta permanece o método mais usual de arrombamento. Este facto coloca em relevo a fragilidade das ombreiras das portas e das placas de embate tradicionais, e realça a necessidade de incorporar nas fixações equipamentos de qualidade pelo menos idêntica à da própria porta. As portas de segurança que não estiverem fixas do modo correcto às laterais e à própria parede, serão por isso de uma eficácia muito reduzida e facilmente arrancadas das dobradiças ou derrubadas. Um regra básica para contornar esta fragilidade é escolher sempre fechaduras certificadas segundo a norma Europeia ENV 1627 que mede a resistência das portas de segurança a diversos níveis de esforço e técnicas de arrombamento. Algo tão simples quanto a fechadura possuir uma tranca que se estenda por pelo menos 2,5cm e por isso penetre directamente na parede é suficiente para fazer a diferença e salvar o seu lar de um arrombamento. Este é um parâmetro que não seguem muitas fechaduras de portas inferiores, gerando uma falsa sensação de segurança. Para escolher uma porta de segurança, consulte um especialista para levar em consideração todas as características do seu lar e garantir que opta pela solução que melhor o protegerá e à sua família. A Startvita é uma empresa líder na comercialização e instalação de portas blindadas em Lisboa.

Entre em contacto com os nossos serviços para conhecer melhor os nossos catálogos de portas de segurança e encontrar a solução de maior segurança para si e para a sua família.

Para quem não é propriamente um especialista nesta área, torna-se difícil compreender qual é a diferença entre as portas de segurança de boa ou de má qualidade. Antes de mais, estes produtos devem conter um interior maciço. Aliás, é por esse motivo que este tipo de portas de segurança oferece uma maior resistência numa tentativa de arrombamento, com recurso a ferramentas básicas. Para além de poderem ser de madeira maciça, há ainda a hipótese de as portas terem apenas um revestimento de metal ou fibra de vidro e um núcleo de madeira sólido. Já as de contraplacado ou ocas são facilmente derrubadas perante um forte impacto. Deve-se acrescentar que a espessura tem de rondar os cinco centímetros com núcleo sólido e moldura de metal ou madeira sólida. Sem dúvida que as portas blindadas da marca Dierre são um dos principais destaques. Distinguindo-se por uma extrema qualidade, estes elementos são construídos com base numa tecnologia de vanguarda, que é, inclusive, homologada pelas normas europeias. De resto, as portas de segurança da Dierre incluem modelos próprios para moradias e apartamentos. Como se já não bastasse tantas vantagens, os produtos ainda contêm um monobloco compacto e sólido e perfis verticais com a forma de ómega, unidos por um sistema eficaz de soldadura por pontos. Sendo assim, além de estas portas blindadas serem o melhor remédio contra intrusos, a Dierre protege-nos um pouco de tudo: ruídos, ares, gases, chuvas, fogos…
O sucesso dos produtos da Dierre é evidente e comprova, por si só, a sua qualidade. Afinal de contas, apenas em Portugal, cerca de cinco em dez casas são equipadas com as portas de segurança da Dierre. Mas esta estatística não é a única prova da eficiência destas ferramentas: é que as portas blindadas desta marca têm uma certificação anti-arrombamento. Embora seja importante distinguir entre as portas de segurança mais e menos resistentes, um circuito de segurança só estará completo, caso inclua outros elementos. É o caso, por exemplo, das fechaduras do tipo deadbolt, com cilindro. Por outro lado, as portas que contam com trancas inferiores e superiores são igualmente mais seguras. Porém, como um residente prevenido vale por dois, é ainda possível optar por trancas de interior, sem qualquer tipo de acesso visível no exterior, o que sem dúvida complicará a tarefa de um gatuno, mesmo que este também seja prevenido e traga ferramentas. Os pernos fixos são outros acessórios imprescindíveis para uma porta com segurança extra. Por exemplo, as portas da Dierre têm quatro pernos fixos em aço de 12mm.

Pela sua segurança, conheça as portas blindadas em Lisboa disponibilizadas pela empresa Startvita